Peru - Macchu Picchu
Itália - Veneza
Marrocos - Cidades de Marrakech e Casablanca
Estados Unidos - Nova Iorque
África do Sul - Cidade do cabo e Joanesburgo
Inglaterra - Londres
Espanha - Madrid
França - Paris
Alemanhã - Berlim e Hamburgo
Paises Baixos - Amsterdã
Aqui guardo as lembranças em confetes e alegrias que não precisam ser esquecidas. Vou colocá-las num pano de guardar confetes, para lembrar das alegrias que passaram (ou não) e desejo guardar.
29.5.11
Nomes
Tereza
Madalena
Clarissa
Ísis
Laís
Clara
Maria
Preta
Laura
André
Vinícius
Marcelo
César
Gustavo
Lucas
Madalena
Clarissa
Ísis
Laís
Clara
Maria
Preta
Laura
André
Vinícius
Marcelo
César
Gustavo
Lucas
Tristeza
A tristeza é a falta de alegria. Mas eu acho que "tudo" não é o fim da picada, entende?
A tristeza, de um certo modo ela é boa... ela faz você ver umas coisas que a alegria não deixa você ver.
A tristeza, de um certo modo ela é boa... ela faz você ver umas coisas que a alegria não deixa você ver.
Itaú crianças
Eu simplesmente adorei esse filme produzido pela agência Africa
e aqui compartilho com vocês.
e aqui compartilho com vocês.
Itaú Crianças from Cesar Nery on Vimeo.
28.5.11
Oração das almas
Almas santas e benditas, abençoadas
de Deus e das três pessoas da
santíssima trindade, vós fostes
como eu, e eu coo vós, nem mais
nem menos. Assim, fazei o que vos peço.
[ Neste momento fazer o peido do que se quer conseguir ]
Rogo a Deus pelas almas dos aflitos e
desesperados, aqueles que morreram
afogados, com sede e fome,
e aqueles que morreram queimados e
degolados. Rogo a Deus e ao divino
espírito Santo, que lhês dêem luz,
e alguma destas almas, que estiver
perto de ver a face de Deus,
Vinde a mim falar e dizer bem claro,
isto que vos peço.
[ Neste momento, fazer novamente o pedido que se quer conseguir ]
Que eu Rogarei a Deus por vós.
Vinde sem estrondo e sem alvoroço,
comigo falar em sonho, os poderes
de Deus pai, Deus filho e Deus espírito
santo, vos peço que façam meu pedidos por aquelas palavras da
consagração, assim vos peço que
mande uma destas almas vir,
sem erro nenhum, e bem claro,
comigo falar neste lugar.
No final desta oraçao, reza-se 3 pais nossos, 3 aves maria, 3 glória ao Pai e uma salve
rainha, em intenção das almas.
de Deus e das três pessoas da
santíssima trindade, vós fostes
como eu, e eu coo vós, nem mais
nem menos. Assim, fazei o que vos peço.
[ Neste momento fazer o peido do que se quer conseguir ]
Rogo a Deus pelas almas dos aflitos e
desesperados, aqueles que morreram
afogados, com sede e fome,
e aqueles que morreram queimados e
degolados. Rogo a Deus e ao divino
espírito Santo, que lhês dêem luz,
e alguma destas almas, que estiver
perto de ver a face de Deus,
Vinde a mim falar e dizer bem claro,
isto que vos peço.
[ Neste momento, fazer novamente o pedido que se quer conseguir ]
Que eu Rogarei a Deus por vós.
Vinde sem estrondo e sem alvoroço,
comigo falar em sonho, os poderes
de Deus pai, Deus filho e Deus espírito
santo, vos peço que façam meu pedidos por aquelas palavras da
consagração, assim vos peço que
mande uma destas almas vir,
sem erro nenhum, e bem claro,
comigo falar neste lugar.
No final desta oraçao, reza-se 3 pais nossos, 3 aves maria, 3 glória ao Pai e uma salve
rainha, em intenção das almas.
Salmo 91
Salmo 91
(oráculo de proteção)
O senhor habita sobre a proteção do altíssimo, descansa à sombra do onipotente.
Eu digo a todos: O senhor é meu refúgio, meu escudo protetor, deus meu em quem
confio.
O senhor me livra do laço do caçador, da doença contagiosa, de todos os perigos.
De suas asas faz meu abrigo, de suas plumas meu escudo onde me refugio.
Não temo o terror da noite, nem a flecha que voa durante o dia em pleno sol.
Nem a epidemia que ronda no escuro, nem a peste que devasta ao meio dia.
Mesmo que caia mil ao meu lado, dez mil a minha direita eu não serei atingido.
Com meus próprios olhos vejo que todos que seguiram em direção oposta ao senhor
buscaram suas recompensas pelo sofrimento que causaram ao seu próximo, foram
castigados pelo retorno de suas ações.
Afirmo em alto bom som “O senhor é o meu refúgio!
“Sinto-me protegido e confortado na morada do meu senhor, altíssimo.
Nenhum mal me atinge, desgraça alguma chega a minha família, desarmonia não ha e
meu lar.
Pois o senhor encarregou seus anjos de me guardarem em todos os caminhos.
Eles me carregam em suas asas para que eu não tropece em pedra alguma.
Estou sobre o leão e a víbora, o tigre e o dragão, eles jamais me pagarão pois estou a
salvo com a proteção dos anjos do meu senhor.
Aquele que crê em mim, eu o liberto e protejo pois conhece meu nome.
Se me chamar, será atendido, estarei junto a ti, o livrarei das tuas aflições nos
momentos mais difíceis, lhe darei salvação.
Hei de saciá-lo prolongarei a tua vida mostrando lhe a salvação.
(oráculo de proteção)
O senhor habita sobre a proteção do altíssimo, descansa à sombra do onipotente.
Eu digo a todos: O senhor é meu refúgio, meu escudo protetor, deus meu em quem
confio.
O senhor me livra do laço do caçador, da doença contagiosa, de todos os perigos.
De suas asas faz meu abrigo, de suas plumas meu escudo onde me refugio.
Não temo o terror da noite, nem a flecha que voa durante o dia em pleno sol.
Nem a epidemia que ronda no escuro, nem a peste que devasta ao meio dia.
Mesmo que caia mil ao meu lado, dez mil a minha direita eu não serei atingido.
Com meus próprios olhos vejo que todos que seguiram em direção oposta ao senhor
buscaram suas recompensas pelo sofrimento que causaram ao seu próximo, foram
castigados pelo retorno de suas ações.
Afirmo em alto bom som “O senhor é o meu refúgio!
“Sinto-me protegido e confortado na morada do meu senhor, altíssimo.
Nenhum mal me atinge, desgraça alguma chega a minha família, desarmonia não ha e
meu lar.
Pois o senhor encarregou seus anjos de me guardarem em todos os caminhos.
Eles me carregam em suas asas para que eu não tropece em pedra alguma.
Estou sobre o leão e a víbora, o tigre e o dragão, eles jamais me pagarão pois estou a
salvo com a proteção dos anjos do meu senhor.
Aquele que crê em mim, eu o liberto e protejo pois conhece meu nome.
Se me chamar, será atendido, estarei junto a ti, o livrarei das tuas aflições nos
momentos mais difíceis, lhe darei salvação.
Hei de saciá-lo prolongarei a tua vida mostrando lhe a salvação.
O banqueiro dos pobres
O Banqueiro dos pobres
Muhammad Yunus e Alan Jolis
Editora Ática
Confiando nos mais pobres, o indiano Muhammad Yunus mostra como é possível lucrar e ajudar na distribuição de renda.
Bangladesh é um país de 120 milhões de habitantes que está entre os mais pobres do mundo. Quarenta por cento de seu povo vive na mais absoluta miséria. O resto se agüenta. Os endinheirados, donos do poder, constituem uma minoria ridícula em termos numéricos. A cada década algum infortúnio de enormes proporções - inundação, ciclone ou terremoto - deixa milhões de desabrigados. Porém, as catástrofes naturais que assolam este pequeno país asiático não são nada perto da fome que fustiga seus habitantes. Por causa da desnutrição, a média de peso e altura da população está diminuindo. Boa parte das crianças não chega à idade adulta. Além disso, um número assustador de pessoas vaga pelas ruas todos os dias em busca de comida e de um teto para passar a noite. Em Bangladesh, não se vive, sobrevive-se.
Foi a partir desse cenário desolador que o economista Muhammad Yunus teve uma idéia não apenas brilhante, mas revolucionária. Em 1974, logo após a terrível estiagem que se abateu sobre o país, Yunus era o chefe do departamento de economia na Universidade de Chittagong, um pequeno distrito no sudeste do país. Em suas aulas, ele ensinava as teorias que se propunham a resolver os grandes problemas da humanidade. Falava-se em milhões de dólares como se fossem nada. Fora do campus, a realidade era outra, bem mais cruel. Era impossível não ver as hordas de famintos, que estavam por toda parte. O que separava essas pessoas da morte era apenas um punhado de comida. Yunus passou a ficar incomodado com a distância entre o conteúdo de suas aulas e a vida do lado de fora. "Comecei a achar que minhas aulas eram uma sala de cinema onde podíamos relaxar, tranqüilizados pela vitória certa do herói. (...) Mas a partir do momento que saía da sala de aula me confrontava com o mundo real. Lá os heróis eram moídos de pancadas, selvagemente pisoteados", conta no livro. Então, tomou, como ele próprio admite, a decisão mais importante de sua vida. Largou a faculdade e foi descobrir o que estava acontecendo com aquelas pessoas. Yunus queria compreender a realidade do pobre, entender a economia da vida real. "O banqueiro dos pobres" escrito por ele (com a ajuda de Alan Jolis), em 1997, é a história dessa decisão e de tudo o mais que ocorreu - não só em Bangladesh, mas em todo o mundo - por conta dela. A empreitada valeu-lhe o Prêmio Nobel da Paz.
Yunus começou seu trabalho pela pequena aldeia de Jobra, que ficava perto da universidade. Aproximando-se das famílias, começou a perceber como funcionava a economia doméstica naqueles lares e chegou a uma triste constatação: a de que cada trabalhador ganhava no final de uma longa e extenuante jornada, em média, o equivalente a dois centavos de dólar. O grosso da produção ficava todo nas mãos dos intermediários, que obviamente pagavam muito menos do que o valor de mercado. Era exatamente esse sistema de produção que estava, havia décadas, gerando a pobreza de uma população quase inteira. A diferença entre viver decentemente e morrer de fome era dois cents. Yunus, então, decidiu emprestar aos moradores da aldeia o valor que precisavam para não depender mais dos intermediários. Não seriam cobrados juros e eles poderiam pagar quando pudessem. Estava assim lançada a idéia que aos poucos foi crescendo e se transformou no Grameen, o primeiro banco da história criado para os pobres. A instituição que, há três décadas, vem concedendo microcréditos a pequenos produtores e comerciantes como uma estratégia vitoriosa para combater a pobreza.
O que se sucedeu a partir daí é a história de uma transformação, muito bem narrada nas páginas de "O banqueiro dos pobres". O Grameen é um banco completamente diferente dos demais - ele é destinado aos deserdados da sociedade, àqueles que, à primeira vista, não oferecem nenhuma garantia para pagar os empréstimos concedidos e que, por isso, são sempre rejeitados pelos bancos comuns. Yunus constatou que, por mais difícil que seja a situação dos financiados, os empréstimos são sempre pagos, ainda que leve algum tempo. O sucesso do Grameen foi tão grande que colocou por terra os argumentos dos economistas do mundo todo, que não davam nada ao projeto. Os números não deixam dúvidas: de um punhado de dólares emprestados a 42 pessoas da aldeia de Jobra em 1976 até os bilhões de dólares concedidos a 100 milhões de famílias em 2005, com a ajuda do Banco Mundial, foi um longo caminho percorrido. O grande diferencial do Grameen é que ele é baseado em princípios humanistas - não apenas econômicos. Sua ação e seus valores não vêem os pobres como sobra da sociedade, mas como seres humanos que merecem alcançar a cidadania, a vida digna. "Nós acreditamos que a pobreza não tem lugar numa sociedade civilizada, e sim nos museus", afirma Yunus a certa altura do livro, com a certeza de quem sabe o que está dizendo.
Muhammad Yunus e Alan Jolis
Editora Ática
Confiando nos mais pobres, o indiano Muhammad Yunus mostra como é possível lucrar e ajudar na distribuição de renda.
Bangladesh é um país de 120 milhões de habitantes que está entre os mais pobres do mundo. Quarenta por cento de seu povo vive na mais absoluta miséria. O resto se agüenta. Os endinheirados, donos do poder, constituem uma minoria ridícula em termos numéricos. A cada década algum infortúnio de enormes proporções - inundação, ciclone ou terremoto - deixa milhões de desabrigados. Porém, as catástrofes naturais que assolam este pequeno país asiático não são nada perto da fome que fustiga seus habitantes. Por causa da desnutrição, a média de peso e altura da população está diminuindo. Boa parte das crianças não chega à idade adulta. Além disso, um número assustador de pessoas vaga pelas ruas todos os dias em busca de comida e de um teto para passar a noite. Em Bangladesh, não se vive, sobrevive-se.
Foi a partir desse cenário desolador que o economista Muhammad Yunus teve uma idéia não apenas brilhante, mas revolucionária. Em 1974, logo após a terrível estiagem que se abateu sobre o país, Yunus era o chefe do departamento de economia na Universidade de Chittagong, um pequeno distrito no sudeste do país. Em suas aulas, ele ensinava as teorias que se propunham a resolver os grandes problemas da humanidade. Falava-se em milhões de dólares como se fossem nada. Fora do campus, a realidade era outra, bem mais cruel. Era impossível não ver as hordas de famintos, que estavam por toda parte. O que separava essas pessoas da morte era apenas um punhado de comida. Yunus passou a ficar incomodado com a distância entre o conteúdo de suas aulas e a vida do lado de fora. "Comecei a achar que minhas aulas eram uma sala de cinema onde podíamos relaxar, tranqüilizados pela vitória certa do herói. (...) Mas a partir do momento que saía da sala de aula me confrontava com o mundo real. Lá os heróis eram moídos de pancadas, selvagemente pisoteados", conta no livro. Então, tomou, como ele próprio admite, a decisão mais importante de sua vida. Largou a faculdade e foi descobrir o que estava acontecendo com aquelas pessoas. Yunus queria compreender a realidade do pobre, entender a economia da vida real. "O banqueiro dos pobres" escrito por ele (com a ajuda de Alan Jolis), em 1997, é a história dessa decisão e de tudo o mais que ocorreu - não só em Bangladesh, mas em todo o mundo - por conta dela. A empreitada valeu-lhe o Prêmio Nobel da Paz.
Yunus começou seu trabalho pela pequena aldeia de Jobra, que ficava perto da universidade. Aproximando-se das famílias, começou a perceber como funcionava a economia doméstica naqueles lares e chegou a uma triste constatação: a de que cada trabalhador ganhava no final de uma longa e extenuante jornada, em média, o equivalente a dois centavos de dólar. O grosso da produção ficava todo nas mãos dos intermediários, que obviamente pagavam muito menos do que o valor de mercado. Era exatamente esse sistema de produção que estava, havia décadas, gerando a pobreza de uma população quase inteira. A diferença entre viver decentemente e morrer de fome era dois cents. Yunus, então, decidiu emprestar aos moradores da aldeia o valor que precisavam para não depender mais dos intermediários. Não seriam cobrados juros e eles poderiam pagar quando pudessem. Estava assim lançada a idéia que aos poucos foi crescendo e se transformou no Grameen, o primeiro banco da história criado para os pobres. A instituição que, há três décadas, vem concedendo microcréditos a pequenos produtores e comerciantes como uma estratégia vitoriosa para combater a pobreza.
O que se sucedeu a partir daí é a história de uma transformação, muito bem narrada nas páginas de "O banqueiro dos pobres". O Grameen é um banco completamente diferente dos demais - ele é destinado aos deserdados da sociedade, àqueles que, à primeira vista, não oferecem nenhuma garantia para pagar os empréstimos concedidos e que, por isso, são sempre rejeitados pelos bancos comuns. Yunus constatou que, por mais difícil que seja a situação dos financiados, os empréstimos são sempre pagos, ainda que leve algum tempo. O sucesso do Grameen foi tão grande que colocou por terra os argumentos dos economistas do mundo todo, que não davam nada ao projeto. Os números não deixam dúvidas: de um punhado de dólares emprestados a 42 pessoas da aldeia de Jobra em 1976 até os bilhões de dólares concedidos a 100 milhões de famílias em 2005, com a ajuda do Banco Mundial, foi um longo caminho percorrido. O grande diferencial do Grameen é que ele é baseado em princípios humanistas - não apenas econômicos. Sua ação e seus valores não vêem os pobres como sobra da sociedade, mas como seres humanos que merecem alcançar a cidadania, a vida digna. "Nós acreditamos que a pobreza não tem lugar numa sociedade civilizada, e sim nos museus", afirma Yunus a certa altura do livro, com a certeza de quem sabe o que está dizendo.
21.5.11
15.5.11
Expressão em Música - I Have Nothing - Whitney Houston
I Have Nothing
Share my lifeTake me for what I amCause I'll never changeAll my colors for youTake my loveI'll never ask for too muchJust all that you areAnd everything that you do
I don't really need to look very much furtherI don't want to have to go where you don't followI won't hold it back again,this passion insideCan't run from myself there's no where to hide
Don't make me close one more doorI don't want to hurt anymoreStay in my arms if you dareOr must I imagine you thereDon't walk away from meI have nothing, nothing, nothingIf I don't have you
You see through right to the heart of meYou break down my wallsWith the strength of your loveI never knew love like I've known it with youWill our memory surviveOne I can hold on to
I don't really need to look very much fartherI don't want to have to go where you don't followI'm hold back again this passion inside I can't run fromMyself there's nowhere to hideYour love I'll remember forever
Don't make me close one more doorI don't want to hurt anymoreStay in my arms if you dareOr must I imagine you thereDon't walk away from meI have nothing, nothing, nothingIf I don't have you
Don't make me close one more doorI don't want to hurt anymore stay inMy arms if you dareOr must I imagine you thereDon't walk away from me no,Don't walk away from meDon't you dare walk away from meI have nothing, nothing, nothingIf I don't have you youIf I don't have youOh, oh, oh
Eu Não Tenho Nada
Divida a minha vidaMe aceite pelo que eu souPorque eu nunca irei mudarTodas as minhas cores por vocêPegue meu amorEu nunca pedirei muita coisaApenas aquilo que você éE tudo aquilo que você faz
Eu não preciso realmente olhar muito alémEu não quero ter que ir aonde você não me sigaEu estou guardando novamente a paixão aqui dentroNão posso fugir de mim mesma não tem aonde me esconder
Refrão: Não me faça fechar mais uma portaEu não quero machucar novamenteFique em meus braços se você se atreverou devo imaginar você ali?Não vá para longe de mimEu não tenho nada, nada, nadaSe eu não tenho você
Você vê através direto em meu coraçãoVocê derruba meus murosCom a força do seu amorEu nunca conheci o amor como eu conheci com vocêSerá que nossas lembranças vão sobreviver?Uma eu posso segurar
Eu não preciso realmente olhar muito alémEu não quero ter que ir aonde você não me sigaEu estou guardando novamente a paixão aqui dentro. Não posso fugirde mim mesma não tem aonde me esconderSeu amor vou me lembrar para sempre
Refrão: Não me faça fechar mais uma portaEu não quero machucar novamenteFique em meus braços se você se atreverou devo imaginar você ali?Não vá para longe de mimEu não tenho nada, nada, nadaSe eu não tenho você
Não me faça fechar mais uma portaEu não quero machucar novamenteFique em meus braços se você se atreverou devo imaginar você ali?Não ande para longe de mim nao,Não ande para longe de mimNão se atreva a andar para longe de mimEu não tenho nada, nada, nada,se eu não tenho você, você,se eu não tenho vocêoh, oh, oh
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